Blog de Dagmar Bedê
A Ilha da Magia
Ah, Florianópolis.
Dizem por aí que é a ilha da magia, digno de visitas inclusive de um tal de Zéperrí – conhecido por alguns como Antoine de Saint-Exupéry (aquele da cobra que engoliu um elefante e um certo pequenino príncipe). Podemos dizer que nossa estadia na ilha foi como um dos contos deste engenhoso escritor. Muita magia, momentos incríveis e pessoas preciosas – afinal, o essencial é sim invisível aos olhos, e só não vê quem não quer...
Ao total, oito apresentações na 18ª edição do Floripa Teatro – Festival Isnard Azevedo. Córrego Grande, Vila Aparecida, Morro da Queimada, Comunidade do Sapé, Agronômica, Armação do Pântano do Sul, Lagoa da Conceição e Coqueiros – uma mistura de centro e periferia, raças, cores, sotaques e risadas de todos os tipos. Uma grande festa da arte e da comunhão, do riso e da palhaçaria, a qual só se é possível assistir com o coração.
Enfim. O verdadeiro amor nunca se desgasta, quanto mais se dá, mais se tem – como diria Zéperrí. E como somos ricos neste mundo!
Turnê Festivais de Inverno
Muito bem, muito bem, muito bem bem bem, como diria o grande mestre Palhaço Arrelia!
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Acabamos de voltar de uma gostosa e intensa turnê por festivais de inverno mineiros – pequena de tempo, mas grande em números: em dez dias, quatro cidades diferentes e um total de mais de 1259 km rodados pela guerreira Disséia dos Palhaços, nossa querida Kombi. E dá-lhe estraada!!
Mas definitivamente não temos nada o que reclamar. Destas andanças, cada espetáculo, cada gargalhada, cada pessoa especial que encontramos pelo caminho já paga qualquer desgaste que poderíamos ter. Êta Minas Gerais!!
A começar por São Gonçalo do Bação. Lá, Guimba e Bambulino deram o ar de suas graças com o espetáculo Pequeno Grande Encontro no sábado, dia 16, num pequeno teatrinho a céu aberto, improvisado com os bancos da missa e tendo de fundo a linda igrejinha. O ‘tecnico-mestre-de-cerimonia’ era o Alegria Também , que já havia se apresentado por lá em meados de 2007. Pessoal gentil, hospitaleiro e de coração quente – apesar do frio de rachar do lado de fora...
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Depoimento para Conselheiro Pena
Em julho de 2011 fomos convidados a participar do Festival de Inverno de Conselheiro Pena, uma pequena e simpática cidade situada no leste mineiro. De Belo Horizonte até lá é um bom percurso e quando fechamos nossa participação já havíamos confirmado outra apresentação em Itabira no dia seguinte. Logo, passamos pelo Festival na Chapada do Bueno como um relâmpago, rapidamente mas com grande intensidade.
Quando saímos do centro de Conselheiro Pena em direção à Chapada do Bueno fomos percebendo, aos poucos, que aquele era um lugar especial, subimos uma serra linda, estrada de chão, era possível ver algumas nascentes e cachoeiras pelo caminho, a vontade que dava era de ficar por ali um tempo maior. Chegando lá ficamos admirados com a simplicidade do festival, das pessoas e de toda a estrutura. Simplicidade no melhor sentido da palavra, a simplicidade do interior, do cafézinho na varanda, do dedo de prosa, das relações verdadeiras...
Um evento realizado por pessoas interessadas em encontros e compartilhamento de momentos muito especiais, na simplicidade da zona rural. O público que nos assistiu era de uma atenção muito verdadeira e aqueles momentos tenho certeza que ficaram marcados!
Nós, da Cia Circunstância, agradecemos muito a oportunidade de levar nosso trabalho à Chapada do Bueno e desejamos vida longa ao Festival de Inverno de Conselheiro Pena.
Texto: Diogo Dias
Chega o dia de encerramento do Quaquaraquaquá
No dia 26 de junho, às 16 horas deu se início ao encerramento de três meses de cores e palhaçadas. No nervo pulsante - poético isso, não? - e um dos locais mais marcantes de Ouro Preto, a praça Tiradentes foi palco mais uma vez da celebração do riso e da alegria, durante as últimas apresentações da 2ª edição do Quaquaraquaquá. O Eduardo Dias – ou seria o palhaço Furreca? – representando o Seu Romagnoli, o grande dono do ‘circo’, convidou ao picadeiro a emocionante história do O Cavaleiro Inexistente, atuada pelo Grupo Mambembe da UFOP e seguidos por, nada mais nada menos do que os ‘Trampulim’ Benedita Jacarandá e Sabonete em Um surpresa para Benedita. Um final de tarde mágico e extraordinário, tendo como cenário a linda arquitetura ouropretana.
A despedida da Aroldo Tenuta
Era uma vez uma pracinha chamada Aroldo Tenuta, no bairro Buritis. Em verdade, há 13 anos atrás, não era bem uma pracinha, mas um Grandioso Teatro de Arena...pelo menos em potencial. Para alguns era somente uma grande escada. Esse lugar do bairro trazia em si algum tipo de energia electro-magnética, que por algum motivo, era o lugar que os vizinhos mais próximos, mais amigos, marcavam de encontrar para compartilhar a vida. Já nessa época, dentro da turma existiam artistas...pelo menos em potencial. Músicos, Poetas, Bailarinos, Palhaços, Literatos, Atores, Circenses, Ilustradores, Sociais... e quando nos encontravámos ali, começavamos a sonhar e a compartilhar nossos sonhos com toda a Verdade que existia dentro de cada um. Quando olhavamos ao redor já não viamos uma grande escada, mas sim um Grande Teatro de Arena, com capacidade para promover eventos artisticos cênicos para as familias da região, O Teatro de Arena Aroldo Tenuta....e realmente tinha cor de Areia.
Quaquaraquaquá musical em Santa Tereza
Véspera do Dia dos Namorados, love is in the air. Quando cheguei na praça, por volta das 13h, já estava praticamente tudo pronto. Os ‘Maria-cutia’ já tinham passado o som e o tempo agora era todo mundo almoçar e esperar o início do espetáculo, ao som de Renegado – ele estava passando o som para o show de domingo. Com sorte, conseguimos cadeiras e banheiros para o público – agradecimentos à produção do show!
O Palhaço Popó adentrou o picadeiro com toda a maestria por volta das 15h30... Enquanto ele encantava – e enrolava – o público, às 16h em ponto começou – ou poderia dizer terminou? – o espetáculo Concerto em Ré, do Maria Cutia. Sucesso! Todo o publico – que lotava a praça Duque de Caxias – vibrou e deixou-se levado pelas palhaçadas de Begônia, Felim, Marmota e Tadeu. Um show e tanto...
Antes solo agora bem acompanhado!
E chega o dia D! (Um relato pessoal, que vem de dentro...)
Dia D, de Domingo, de Dia, de Diogo Dias... o cara do fuscazul...
O Antes Solo do que Malacompanhado nunca esteve tão bem acompanhado!
E eu, com aquele frio na barriga, nunca estive tão preocupado com todos os detalhes de uma produção muito bem acompanhada!
Agradeço aqui aos amigos "Circunstanciais" que tive a graça de encontrar e ter como parceiros de vida!
Depois de apresentar espetáculo "De Mudança" no sábado antecessor ao Dia D,
acordamos com sossego e com a traquilidade de sempre saimos da casa do senhor Benedicto Camillo
que mais uma vez nos recebeu com direito a todas as honrarias, honra mesmo é ter amigos assim...
Partimos em direção à Mariana eu, Evandro, Gabi e Bruno e encontramos com o restante da turma na sede do Circovolante, onde a Mari, Thiago Pindaíba, Jai, Tatá e nosso mais novo amigo de infância Rodrigo Viralata Robleño nos esperavam para o almoço.
Um breve bate papo de praxis com os amigos Xisto e João que se preparavam para mais uma de suas jornadas. O Furreca deixou tudo preparado e partiu com os amigos do Circovolante para "a função" noutras praças, mas não sem antes deixar sua digníssima Ana Cláudia com a assessoria de seu herdeiro "Lambreta" e também da menina das maravilhas Alice.
Todos de barriga cheia graças à parceria com o resturante "Uai Zé", ocupamos mais uma vez o Jardim de Mariana com nossa parafernalha palhaçal!
Semana de Artes e Quaquaraquaquá!
Último domingo de Quaquaraquaquá do mês de maio... Especial! Durante a programação da Semana de Artes de Ouro Preto, a Cia Circunstância apresentou o espetáculo De Mudança, com a participação especial da Dona Palama – para os que já viram o espetáculo, é a senhora respeitosa, dona do espelho – e a Trupe Fincapé apresentou o espetáculo O Rio Conta Histórias.
Uma tarde mágica, com espelhos quebrados, o grande boi e o maracatu celebrando o encerramento de mais um mês de alegrias e vitórias!
Mais um domingo de clássico
Partimos rumo à praça Aroldo Tenuta com uma inquietante modificação em seu elenco: a Cia Hoje tem Marmelada, que iria apresentar seu espetáculo No Início Era o Princípio, não pode comparecer por causa de um imprevisto na última hora: rapidamente houve a substituição antes de entrar em “campo”: quem se apresentaria então seriamos nós, o nosso Geléia Geral – uma mistureba dos quatro espetáculos da Circunstância e um pouco mais.
A chegada à praça Aroldo Tenuta deu-se aproximadamente ao meio dia e logo a Cia Circunstância, os palhaços Chaveirinho e Garnizé e o Grupo de Teatro Terceira Margem começaram as conversas sobre o roteiro da tarde. Conversas também sobre a expectativa de público, uma vez que era dia de final do Campeonato Mineiro e o pior: entre Cruzeiro e Atlético! Preocupação essa que logo foi esquecida, pois o público da “Arena Tenuta” foi chegando de mansinho e logo ocupou todos os espaços vazios.
Dia de clássico em Santê!
Domingo, dia de sol, dia das mães e dia de clássico no futebol mineiro.
Dia de Quaquaraquaquá no Santa Tereza!
Os preparativos começam cedo!
Tudo organizado para os palhaços Bambulino e Guimba da Cia Circunstância, os palhaços Jaburu e Jurubeba e o pessoal do Oca Art 22 – sob o comando do palhaço Pindaíba – entrarem em campo.
Início de jogo!
Pontualmente às 16h, a arte da palhaçaria começa o bate bola.
Jaburu toca para Jurubeba ........ Lançamento para Bambulino que trava um Pequeno Grande Encontro com Guimba....... Posição legal!!
Cruzamento na área ................
É Gol! Goooooooooooooooooool !!!!!!!!!!!!!!!!!
Que felicidade!!!!
Final do primeiro tempo.
O show do intervalo fica por conta de uma homenagem às mamães presentes!
De volta ao jogo! Entra em campo Oca Art 22 com a Rádio Feira que troca lances criativos entre o público e os atores.
ACRÉSCIMO DE 50min!!
Tudo isso?!
Éeeeee Senhoras e Senhores, ninguém quer sair de cena, a rua é nosso palco!
Diego Gamarra entra em campo com os holofotes e o jogo continua!!
Numa jogada espetacular o clássico termina com uma grande roda. Uma união entre o público, atores, palhaços e produção!!!
É pura magia!
Texto: Gabriela da Costa
3º Encontro de Palhaços e Quaquaraquaquá
Sensacional é a palavra que mais se encaixa ao que foi o 3º Encontro de Palhaços Circovolante de Mariana. Amigos antigos, novos artistas, muita alegria e palhaços por toda parte. A programação era intensa – a largada se dava às 13h, com encontros informais na sede do Circovolante e só acabava às 22h, quando acontecia o grande final do ultimo espetáculo do dia. Ainda assim, para aqueles mais animados, poderiam se deliciar com os shows que aconteceram durante a noite. O público era inacreditável: não havia um espetáculo que não lotasse a praça – seja o Jardim ou da Sé, a população de Mariana, artistas e turistas marcaram uma presença de peso neste encontro.
Os homenageados deste ano foram Dedé Santana, o eterno Trapalhão, e Moisés, o rei do pedal. E a festa foi linda: para Dedé, foi preparado um espetáculo com vários grupos – incluindo a Cia Circunstância, com direito a bolo e parabéns no final (pois além de ser o dia da homenagem, era o aniversário do Trapalhão). Já para Moisés, artista circense da Região Metropolitana de BH, foi preparado uma grande cabaré, ao comando da jovem palhaça grega Theano Vavatziani.
Cia Circunstância, Quaquaraquaquá e Coletivo de Palhaços no Globo Horizonte
Chique no último, camará!
Pela segunda vez, os palhaços invadiram o Globo Horizonte. E dessa vez o trem ficou fino: foi falado de tudo um pouco. Tem Rodrigo Robleño falando sobre a história do palhaço e a arte da palhaçaria, Thiago Araújo falou sobre o Coletivo de Palhaços, Diogo Dias falando sobre a Cia Circunstância e Quaquaraquaquá, todos numa maestria que não tem tamanho!
E ainda de quebra, Mercurio (Marcelo Castillo), Repimboca (Evandro Heringer), Bambulino (Miguel Safe) e Guimba (Luciano Antinarelli) com suas tradicionais trapalhadas...
Dá só uma bisoiada:
Semana Santa + Casamento + Futebol = Muita Diversão!!
Sábado de aleluia às 7 da matina saio de casa para buscar a Disséia e começar a via sacra. É, semana santa tem que ter via sacra? A bordo da Disséia, peguei o Miguel e a Gabi e partimos à casa do Luciano, um belo transito na Antônio Carlos... Aliás, como ja dizia Millôr, como se pode chamar de tráfego uma coisa que não trafega? Enfim... Luciano a bordo, fomos buscar o Titetê, a Débora e o Fred com seu poderoso vibrafone, uma família imbatível!! Finalmente, carros carregados (nossa circunskombi 2001, vulga Disséia dos Palhaços e tbm o carro do Cícero com o Vibrafone) Partimos finalmente? Não rsrs falta buscar a Dag! Pronto agora sim!! Se bem que esse cortejo de saída deu uma fome danada... Parada para o Lanche antes mesmo da viagem começar rsrs! Carros cheios, barrigas cheias, cabeças cheias de idéias e os corações desejosos de bons encontros, partimos finalmente!
Circunstância no Festival Santista de Teatro
Ê vidão. rs

Vamos à la playa, ôôôôô!
O Festival foi sensacional. Produzido pela própria classe artística de Santos, a recepção foi calorosa e contagiante. As alegrias e agradecimentos são muitos! Ao Caio, Raquel e Rô, queridos da Trupe Olho da Rua, ao Leandro, Alex, Rosa e todo mundo que tivemos contato nesses quatro dias pertinho do mar. Aos grandes amigos lá de cima, de Pernambuco, do Circo Godot. E, claro, ao público maravilhoso que nos acalentou por todo o tempo.
Domingo de aplausos na Aroldo Tenuta
No domingo 17 de Abril realizamos o projeto Quaquaraquaquá na Praça Aroldo Tenuta, um pequeno anfiteatro no bairro Buritis. O grande berço do Quaquaraquaquá! Para os que não sabem, a idealização do projeto primeiramente previa apenas a praça Aroldo Tenuta, por ser uma ação mobilizada pelo nosso parceiro e amigo Bruno Tonelli, artista e morador do bairro.
Os primeiros espectadores chegaram por volta das 3 e meia da tarde e foram recebidos pela nossa equipe com aplausos. Pai e filho se sentaram no alto da arquibancada para acompanhar os últimos preparativos. A partir daí a brincadeira se instaurou e a cada espectador ou até mesmo alguém que por ali passasse recebia uma grande salva de palmas. Neste vai e vem de pessoas e palhaços, o público acompanhou "passo-a-passo" a transformação de Rodrigo Robleño no palhaço Viralata. Às 4 da tarde a praça já estava lotada e, pontualmente, Bruno Tonelli, Circo Banana Caturra, Palhaço Viralata e Cia El Indivíduo deram início ao espetáculo.
Futebol e meio ambiente no Quaquaraquaquá
E a história já começa com os pés na estrada. Sábado, dia 09 de abril de 2011, às exatas 8h08 min, estamos eu e Diogo à caminho de Ouro Preto. Pra quê? Buscar Didito, Xibil, Gustavo e companhia, a Estandarte Cia de Teatro. A kombosa vai a pleno vapor. E a gente vai em paz.
Sim, o dia de sábado seria longo. Buscamos os “estandartes”
E começou o Quaquaraquaquá!
Muito bom, muito bom, muito bom bom bom.
Neste domingo aconteceu a abertura do Quaquaraquaquá 2ª edição. Em meio a muita festa e palhaçadas, apresentaram no picadeiro improvisado da Praça do Jardim, em Mariana, a Cia Circunstância com o espetáculo De Mudança, o Circovolante, com o espetáculo Xinxin e Juaneto, tudo isso apresentado pelo palhaço Titetê. Mas calma que não foi bem assim...
Vamos aos fatos: o Quaquaraquaquá é um projeto de ocupação artística de quatro praças – sim, conseguimos uma incrível parceria com a Prefeitura de Ouro Preto – a praça Duque de Caxias, no bairro Santa Tereza, a praça Aroldo Tenuta, no bairro Buritis, o Jardim em Mariana e a praça Tiradentes, em Ouro Preto. A cada domingo dos meses de abril, maio e junho acontecerão apresentações de dois espetáculos de palhaços, acompanhados por um apresentador excêntrico. Para isso, o projeto prevê encontros entre os grupos envolvidos de cada domingo, a fim de promover a troca, comunhão e a criação artística coletiva, envolvendo todos os participantes.
Circunstância em festa!
Bom dia pra quem é de bom dia, boa tarde pra quem é de boa tarde e boa noite pra quem vai dormir!
Lá vamos nós para a sessão "Circunstância News: Notícias quentinhas para você!"
As coisas por aqui estão pegando fogo e trabalho é que não falta. Afinal, temos duas notícias que são de dar risada ao mais sério dos palhaços!
Férias!!
É isso aí pissuale, como diria meu amigo Alegria!
Ano passado acabou, outro ano começou e ói nós aqui traveiz! (ops... isso já é um outro grupo... rs)
Mas enfim. Depois de pular as sete ondas e agradecer ao cara lá de cima o tanto que 2010 foi fantástico, fomos tirar férias em Conceição do Mato Dentro e Milho Verde (distrito de Serro). Mas já que o que a gente mais gosta é trabalhar, participamos do Festival de Milho Verde, junto com a sensacional dupla de palhaços Foca (Felipe Foca) e Sufoco (Rafael Hiei) e participação do palhaço Cassio (Rodrigo Ferrari). Gargalhadas na certa! A festa foi grande e as palhaçadas também, com direito cortejo com palhaço em cima do Fuscazul – um fusquinha azul ano 73 que desde sempre acompanha as peripécias da Cia – e pôr-do-sol na Igreja do Rosário! Ô trem bom, sô!
Sobre cavernas, máscaras, música e palhaços
"Um pierrot apaixonado/ que vivia só cantando/
por causa de uma Colombina/ acabou chorando, acabou chorando..."
Aêêê!
Nesta segunda, dia 29, as crianças apresentaram um espetáculo que contava um pouco sobre a história do teatro. Pré-história, teatro grego, Comédia Dell’Arte, início do teatro no Brasil, musicais, teatro de bonecos... e claro, não poderia faltar, os palhaços!
E nós, da Cia Circunstância, ficamos a cargo de fazer os entre-atos das cenas dos pequenos, uma forma de introdução do tema que era mostrado para platéia. E como é de costume, pintamos e bordamos no palco no Minas Centro.
Eram mais ou menos 3 mil olhos brilhantes e sorridentes naquela noite, que vibravam e se emocionavam ao ver as crianças com suas danças e os palhaços com suas trapalhadas. Realmente, uma noite para entrar na história.
Notícias de novembro...
Passada a correria louca (e gostosa) do mês de outubro, agora é tempo de colocar as coisas em ordem e nos organizar para tantas outras que vem por aí.
No dia 5 de novembro, o espetáculo "Palhaços à Vista!" foi apresentado dentro de um teatro, no Instituto da Arcellor Mittal, em Sabará. Coisa esta um pouco rara, pois, em sua grande maioria, os espetáculos são apresentados na rua. No entanto, uma experiência extremamente válida, ao explorarmos terras em que não temos muito o costume de pisar. A apresentação foi extremamente gratificante, com crianças de 0 a 80 anos de idade. Uma tarde regada de muita alegria e gotas de chuva.
Neste último sábado, dia 13, aconteceu a festa em comemoração aos 10 anos do "Baque Trovão", aqui no Espaço Trampulim. Uma festa de estremecer as estruturas, com muito batuque, música de qualidade e convidados para lá de especiais. Incluindo, claro, estes palhaços circunstanciais. A qualquer momento podia-se ver as confusões de Bambulino, Alegria Também e Repimboca, mesmo quando o som (também) arriscava suas trapalhadas.
Os próximos dias serão de muita produção, organização e algumas palhaçadas pela cidade. No final do mês, estaremos em Miguel Burnier – distrito de Ouro Preto – participando do Festival Cultural de Miguel Burnier com o espetáculo "Antes Solo do que Malacompanhado". Por sinal bem malacompanhado desta vez, com trilha sonora ao vivo executada pelo bom e velho parceiro de Cia, Luciano Antinarelli, além da participação especial de Bruno Tonelli, do grupo "7 Estrelo".
Quartel Geral
Quartel Geral
Onde era cobrado o quinto do diamante extraído para a Coroa de Portugal... Bastante compreensivo, pois as pessoas que encontramos por lá eram realmente especiais.
Final sensacional para uma turnê mais sensacional ainda. Saímos rumo a BH com a certeza que fizemos um bom trabalho e muita paz, felicidade e calor (bota calor nisso) no coração.
E que venha cada vez mais!
Ô raio, ô sol, suspende a lua
Óia os paiaços no meio da rrruuuuaaaa...
Abaeté
Depois de uma noite bem durmida – confortavelmente para mim, pelo menos, chegou a vez de Abaeté.
* “Abaeté, o Abaetéééeé... Abaeté....”
A apresentação estava marcada para 10h30 e, quando chegamos na praça, por volta das 8h, adivinhem só... Chovia. No desespero, corremos com os equipamentos para o salão paroquial, como uma alternativa de espaço para a apresentação. Porém, não era uma chuva que poderíamos dizer “ó como chove!”... Após descermos com todas as coisas, saímos na calçada para avaliar como seria e nos deparamos com um céu quase limpo, além daquela chuvinha de pega bobo. Depois de muito blábláblá, como sempre arriscamos e saímos de novo com as malas pro meio da praça e, assim, o circo foi montado.

Sombra e água fresca
E sol carcomia nossas cabeças novamente – mas palma, palma, não priemos crânico. Havia sobrinha fresca para todos – menos para a produtora. rs



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