Antes solo do que Malacompanhado
O espetáculo inicia com a chegada do artista que transforma o local em seu picadeiro provisório. Observa as pessoas que o observam e na medida do possível se relaciona, hora com as pessoas, hora com seus preparativos. Ali mesmo começa a se transformar... sapatões, calças largas, suspensório, chapéu, maquiagem e finalmente o Nariz Vermelho... A partir daí o jogo se declara iniciado.
Alegria Também vem se desafiando a cada apresentação, improvisando e decidindo o que vai fazer no calor da cena. Apresentando números que envolvem malabarismo, acrobacias, mágica, equilibrismo, em meio a improvisações o palhaço vai criando uma relação de cumplicidade com sua platéia. Esta prontidão para o jogo tanto do artista como do público é o combustível essencial neste jogo fascinante que é uma roda de palhaço.
Espetáculo para ruas, praças e espaços alternativos
"A rua como espaço cultural é totalmente democrática, pode se esperar por todo tipo de sorte nela. Nas ruas, se você não se comunica e conquista com sua personalidade o público que passa, este não se aproxima. O jogo da rua se assemelha muito ao xadrez... Você dá o primeiro lance, a platéia dá o segundo, o seu próximo lance será definido conforme o último lance da platéia, portando com o mesmo repertório nunca teremos dois jogos guais...” (Chacovachi)
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FICHA TÉCNICA:
Concepção / Roteiro: Diogo Dias;
Cenografia / Figurinos: Diogo Dias;
Elenco: Diogo Dias;
Técnico de Som: Luciano Antinarelli;
Produção executiva: Cia Circunstância;
EQUIPE:
Diogo Dias - Palhaço;
Luciano Antirelli - Produção / Técnica.
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